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11 a 24 de abril de 2003


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ABRIL PRO ROCK
Um guia completo de todas as bandas que vão tocar em Recife do dia 11 a 13 de abril, na 11ª edição de um dos maiores festivais de música pop do Brasil

por Ana Lira (analira@rabisco.com.br)

uando a décima edição do Abril Pro Rock encerrou-se no dia 21 de Abril de 2002, havia rumores de que o evento possivelmente não se repetiria em 2003. O motivo seria a dificuldade para conseguir patrocinadores que cobrissem os custos, sem comprometer a independência do evento. O fantasma não abandonou os produtores durante a concepção da décima primeira edição. Com a alta do dólar e o delicado período de transição econômica que o País atravessa, a organização precisou adaptar-se para continuar realizando o evento. Este processo resultou na diminuição da quantidade de atrações internacionais e na suspensão da edição São Paulo, que vinha acontecendo desde 2001.

Se por um lado o festival enxugou as atrações internacionais, por outro liberou mais espaço para a cena independente brasileira que, segundo o produtor Paulo André – em entrevista ao programa Coquetel Molotov (Teclados FM, 91,3 MHz), no domingo dia 06 de abril – foi responsável pelos melhores lançamentos de rock, punk, hip hop e música pop dos últimos dois anos. Sobre as críticas que a organização vem recebendo por conta do espaço dado a grupos consagrados, ele afirmou que no Brasil é difícil manter um festival do porte do Abril Pro Rock apenas com a presença de bandas alternativas, por este motivo a produção tem optado por uma distribuição proporcional entre bandas iniciantes e bandas consagradas e também por estabelecer uma proporção entre atrações pernambucanas e de fora do estado. Paulo André também acrescentou que o evento nunca perdeu a filosofia e o respeito pela cena independente, e continua servindo como vitrine para grupos de boa qualidade.

Este ano, o Abril Pro Rock acontecerá nos dias 11, 12 e 13 e trará 22 bandas nacionais e uma internacional – a alemã Terroggruppe. O pavilhão do Centro de Convenções está sendo mais uma vez estruturado com dois palcos e um espaço alternativo, onde serão alocadas uma Praça de Alimentação e a Feira de Arte e Comportamento – onde o público pode adquirir livros, CD´s, artesanato e trocar experiências com diversos representantes do setor musical. Muitas bandas iniciantes, inclusive, utilizam este espaço de intercâmbio para entregar o resultado de seus trabalhos a olheiros, representantes de gravadoras e jornalistas especializados. O festival acaba tornando-se mais que um portal para boas bandas: um aglutinador de oportunidades.

QUEM SOBE AOS PALCOS EM 2003

AZABUMBA (PE) - 13 de abril, palco 2

Fazer festa. Esta é a intenção básica de Azabumba, nas apresentações que têm feito pelo nordeste. A banda, que se auto-intitula parafolclórica - por não ter uma vivência rural e assim não se considerar uma autêntica banda de pífanos – incorporou instrumentos como bandolim, viola e contrabaixo visando fazer uma releitura da sonoridade regional. Ao unir esta experiência musical a um trabalho vocal elaborado, a banda acabou por conseguir um resultado de qualidade, objetivo principal de sua formação.

CACHORRO GRANDE (RS) - 13 de abril, palco 2

Declaradamente influenciada pelos grupos ingleses da década de 1960 (The Who, The Beatles, Rolling Stones, etc), a banda gaúcha Cachorro Grande tem carreira recente, iniciada em 1999. Porém, o formato retrô acabou agradando e em 2001 e o single “Sexperienced” começou a ser executado nas rádios do Sul, abrindo portas para este quarteto definido como “saído de um túnel do tempo”. Cachorro Grande foi assim batizada por ser uma gíria utilizada pelos integrantes para nomear “coisas legais”, e é também o nome do primeiro disco do grupo, relançado em revista-poster com fotos e cifras para violão e guitarra.

CHICO CORREA E ELETRONIC BAND (PB) - 11 de abril, palco 2

Chick Corea foi um dos pioneiros na utilização de sintetizadores, piano elétrico e do Jazz Rock/Fusion. Sua obra inspirou a carreira de Esmeraldo Marques, que em sua homenagem adotou o codinome de Chico Correa, e vem desenvolvendo um projeto aberto em parcerias com outros Djs, produtores e instrumentistas que queiram dispor de suas experimentações para releituras melódicas. As principais influências da Eletronic Band são os ritmos nacionais (baião, caboclinhos, samba, etc), o acid jazz e a música eletrônica, que elaborados tecnologicamente refletem a busca de novos timbres e texturas por seu idealizador.

DEAD FISH (ES) - 12 de abril, palco 1

Bastards Aleluiah, Dead Fresh Fish e Stage Dive foram três dos nomes que cruzaram o caminho do grupo capixaba Dead Fish. O batismo ocorreu em 1992, com o lançamento de uma demo intitulada # 1, e a escolha por Dead Fish deu-se porque “alguém disse que soava melhor”. Soar melhor, soar diferente e com personalidade, mesmo utilizando elementos similares a outras bandas de hardocore melódico, é o objetivo do grupo que completa onze anos e carrega na bagagem 14 trabalhos, entre LPs, CDs, demo tapes e o split Faces do Terceiro Mundo. O último álbum da banda chama-se Afasia e foi lançado pelo selo Terceiro Mundo, de propriedade dos integrantes da banda.

DJ DOLORES Y ORCHESTRA SANTA MASSA (PE) - 11 de abril, palco 1

CONTRADITÓRIO é o nome do último trabalho deste grupo, que fez do hibridismo de seus integrantes um fator de êxito. A canalização destas diversas influências, na produção da sonoridade do disco, tem como objetivo transcender um ilusório conflito existente entre o regional e o universal. Segundo a banda, um sociólogo que conseguiu atingir esta transcendência foi o pernambucano Gilberto Freyre, por isso o disco é dedicado a ele. No release de lançamento é colocado que, embora Freyre tenha defendido em suas obras a importância das etnias indígenas e afro-brasileiras na formação da identidade cultural nacional, ele tem sua importância reduzida ao status de conservador direitista por causa de uma suposta consonância com o período ditatorial. O título do álbum é inspirado nestes paradoxos e a contradição estaria não apenas na vida do homenageado, mas na distância existente entre sua obra e a cultura eletrônica, base do trabalho que DJ Dolores Y Orchestra Santa Massa desenvolve.

HANAGORIK (PE) - 12 de abril, palco 1

Os moradores da pacata cidade de Surubim, no interior de Pernambuco, jamais imaginaram que de sua convivência sairia uma das mais importantes bandas de rock do estado. O Hanagorik deu seus primeiros passos em 1991. Conseguiu estabilidade e reconhecimento sem queimar as etapas de aprendizado enquanto grupo. Participou de diversos festivais, excursionou em diversos países, abriu shows de bandas como Stratovarius e Sepultura e agora recebe a recompensa de seu esforço com a oportunidade de lançar seu terceiro álbum no palco principal do Abril Pro Rock.

INFESTED BLOOD (PE) - 12 de abril, palco 2

Influenciada por Slayer, Morbid Angels e Dead of Flesh, a banda pernambucana começou a trabalhar sua sonoridade em 1999. Lançou seu primeiro disco em 2002, pelo selo Blackout, batizado de The Masters of Grotesque. Ainda em desenvolvimento, o grupo tem excursionado pelo nordeste, e mostra agora no festival o quanto amadureceu nestes cinco anos de estrada.

INSTITUTO (SP) - 11 de abril, palco 2

Instituto é um projeto coletivo encabeçado por Rica Amabis, Tejo Damasceno, Daniel Ganja Man e Rodrigo Silveira, que uniu mais de quinze artistas e bandas independentes visando criar uma unidade musical. Esta seria conseguida através da quebra de barreiras entre as diversas sonoridades que caracterizam a música pop - também no sentido de popular. Reggae, hip hop, ritmos nordestinos, lounge e dub são alguns dos ingredientes da coletânea preparada pelo grupo, e que será apresentada no primeiro dia do festival.

IRA! (SP) - 13 de abril, palco 1

Na estrada há mais de 20 anos, o Ira! era a única grande banda dos anos 80, ainda atuante, que não havia passado pelos palcos do Abril Pro Rock. Inspirado no Exército Republicano Irlandês (Irish Republican Army), o nome da banda ganhou o ponto de exclamação em 1985, na ocasião do lançamento do primeiro disco, para dar uma conotação mais adequada à realidade do grupo. Durante estas duas décadas, o Ira! gravou 14 álbuns (nove com composições inéditas), suas músicas figuram entre as mais tocadas do país (“Flores em Você”, “Pobre Paulista”, “É Assim que me Querem”, “Envelheço na Cidade”, etc) e seus integrantes agora desfrutam de uma das melhores fases da longa carreira.

JÚNIOR BARRETO (PE) - 13 de abril, palco 2

Dizem que ele é tão tímido que nos shows de uma de suas primeiras bandas, Uso, cantava de costas. Dizem que esta mesma timidez o fez deixar suas composições, por anos a fio, sem chance de gravação. Dizem que sob sua cor branca esconde-se uma alma negra e uma voz de tenor. Dizem que seu namoro com o candomblé, a bossa nova e o drum ‘n’ bass tem um resultado surpreendente. Dizem que seus versos são tão bonitos quanto o mar quebrando na praia. Dizem que o trabalho de Júnior Barreto resgata as mais arcaicas harmonias do samba brasileiro. O que dizem a respeito de seu comportamento é uma incógnita. Porém, o que dizem sobre o seu talento é verdade, basta ouvir a faixa “Se Ver que Vai Cair Deita de Vez”, lançada pela Trama na coletânea Abril Pro Rock 2003.

LOS HERMANOS (RJ) - 13 de abril, palco 1

Los Hermanos foi a primeira atração a ser confirmada pela produção seis meses antes do evento. Na ocasião, a banda fez uma apresentação pequena e intimista em Recife, e foi convidada a lançar seu terceiro disco no festival. E assim será. Bonança, novo trabalho dos cariocas que deve estar chegando às lojas em maio pela BMG, será apresentado ao público pernambucano neste domingo. Esta é a terceira passagem do Los Hermanos na edição Recife do Abril Pro Rock. A primeira foi em 1999 - quando a banda estourou com seu primeiro disco - e a segunda no ano seguinte, onde eles fizeram uma apresentação antológica que deixou os detratores de “Anna Julia” embasbacados.

MACIEL SALU E O TERNO DO TERREIRO (PE) - 13 de abril, palco 2

Educado ao som das festas populares, Maciel Salu cresceu acompanhando os trabalhos de seu pai, o Mestre Salustiano. Com ele, aprendeu a tocar rabeca e a tomar gosto pelos ritmos locais que hoje sedimentam sua carreira. Tocou rabeca, pandeiro, gaita e surrão na banda Chão e Chinelo e atualmente, além de desenvolver um trabalho solo calcado nas tradições regionais, empresta o seu talento instrumental e vocal à Orquestra Santa Massa, que acompanha DJ Dolores há quase quatro anos.

MUKEKA DI RATO (ES) - 12 de abril, palco 2

Uma reportagem, narrando o drama de moradores de uma cidade do interior de Pernambuco que se alimentavam de ratos achados no lixo, foi a inspiração dos capixabas de Vila Velha para dar a esta banda de hardcore o nome Mukeka di Rato. Os dois “k” presentes, porém, foram colocados por dois motivos: para soar como as bandas finlandesas que os integrantes ouviam e para sublinhar o sarcasmo que é uma das principais características do grupo. O “hardcore tosco” que eles dizem tocar já ultrapassou as fronteiras nacionais e desembarcou na Alemanha, Estados Unidos, Finlândia e Austrália através de coletâneas de que a banda participou. O último CD Acabar com Você foi lançado nacionalmente pelo selo Läjä Records, que pertence à própria banda, e será lançado internacionalmente pela gravadora americana Sound Pollution e pela japonesa MCR.

NAÇÃO ZUMBI (PE) - 11 de abril, palco 1

Quando Chico Science faleceu, em fevereiro de 1997, muitos apostaram que a Nação Zumbi não sobreviveria sem o seu mais cultuado membro. Porém, passada a fase de luto, a banda colocou os pés na estrada novamente e conseguiu firmar-se como um dos grandes expoentes da música pernambucana, proveniente do movimento manguebeat. Das dez edições do Abril Pro Rock, o grupo esteve presente em seis - as três primeiras acompanhado de Science. Em sua sétima apresentação no festival, a Nação Zumbi traz todo o peso da fusão rítmica que lhe é característica e promete balançar o pavilhão com seu último trabalho, Nação Zumbi (Trama – 2002).

NANCYTA E OS GRAZZERS (BA) - 12 de abril, palco 2

Metal, jazz, harcore e distorção são os elementos básicos trazidos para Recife por Nancyta Viégas (vocal), André T (guitarra), Rex (bateria) e CH (contrabaixo). Nancyta e os Grazzers, primeiro álbum da banda, tem um visual belo e clássico, assinado pela Santo Design, que se contrapõe ao peso das composições da banda. As letras são compostas em português, inglês e espanhol, idiomas algumas vezes utilizados na mesma música. Mas o diferencial não cessa neste ponto. Os integrantes se auto-denominam “seres desbravadores. Habitantes de um passado ou futuro não definido, que comunicam-se através de grazzerbeats, lanternas, tubos pvc e literatura espontânea”, e acrescentam que “grazzerbeatniks são seres de atitude, não acreditam em tudo o que a televisão diz, e através da história e das ciências criam maneiras de intervir na realidade criando novas realidades. Não assistem ao fim do mundo como a uma novela”.

NANDO REIS (SP) - 13 de abril, palco 1

Considerado um dos melhores compositores da música pop brasileira, Nando Reis é mais conhecido por sua trajetória com os Titãs e pelas parcerias que fez com Marisa Monte, Carlinhos Brown e Cássia Eller. No entanto, seu projeto solo já está no terceiro disco, Infernal... But There is Still a Full Moon Shining Over Jalalabad, que segundo o cantor é “um songbook autobiográfico, rústico e empolgado”. O álbum é uma compilação das composições de sua autoria, que fizeram sucesso na voz de outros artistas, e ganharam um tom de jam session, numa gravação ao vivo. Os dois outros discos do artista são 12 de Janeiro, lançado em 1995 e Para Quando o Arco Íris Encontrar o Pote D´Ouro, que tem a participação de Peter Buck (do R.E.M) tocando bandolim.

O RAPPA (RJ) - 11 de abril, palco 1

Formado em 1993, O Rappa já é velho conhecido dos freqüentadores do evento. Em sua quarta apresentação, eles trazem na bagagem não só um discurso engajado, mas a concretização deste através da parceria com a ONG FASE - primeira entidade escolhida para receber os recursos captados através do apelo feito pelo grupo no encarte do terceiro disco, Lado B Lado A. Completando dez anos de estrada, eles preparam o quinto disco, que deve ser lançado juntamente com o primeiro DVD ainda este ano.

PITTY (BA) - 13 de abril, palco 2

Outra baiana que estará presente nos palcos do Abril Pro Rock é Pitty, ex-vocalista da banda hardcore Inkoma. Baixinha, 25 anos, ela possui uma ligação estreita com as músicas de contestação, despertadas, em parte, pela audição do trabalho de Raul Seixas. Quando decidiu seguir carreira solo, Pitty estudava música na Bahia. Trancou o curso e pegou a estrada rumo ao Rio de Janeiro, onde batalhou o lançamento de seu primeiro disco, Admirável Chip Novo, que sai do forno pela Deck Disk.

PORÃO GB (PE) - 12 de abril, palco 2

“Sabe-se lá o que acontece com o coração?! Às vezes somos pegos de surpresa fazendo ou pensando em algo que nos faz relembrar momentos ou pessoas que marcaram nossas vidas. (...) Às vezes aquele som acelerado, com guitarras gritando nervosas, baterias percutindo como um estouro de bois e um vocal rasgado (...) pode reencantar um sentimento esquecido”. A frase, contida no site do Porão GB, resume bem o trabalho desenvolvido pelos garotos há quatro anos: letras que tratam de corações partidos, primeiros amores e inexperiência sublinhada por melodias de punk rock-emo-hardcore-melódico, como o grupo gosta de se definir. O debut, Emoções Inexperientes, conta com 13 faixas “rápidas, choradas e melancólicas” e foi assim nomeado por refletir o panorama em que o grupo está inserido.

SHAMAN (SP) - 12 de abril, palco 1

O Shaman surgiu no segundo semestre de 2000, quando uma ruptura no Angra levou André Matos, Luiz Mariutti e Ricardo Confessori para outros caminhos: o do xamanismo. Shaman significa “aquele que cura através da natureza” e também “aquele que enxerga no escuro”. Ritual, primeiro álbum da banda, foi gravado em Wolfsburg, na Alemanha, e, apesar de repousar sua base melódica no heavy metal, explora uma sonoridade mística aliada à música erudita e aos ritmos regionais. Esta é a primeira apresentação do Shaman no evento.

SIBA E A FULORESTA (PE) - 13 de abril, palco 1

“O segredo da vitalidade da ‘cultura popular’ é a inovação dentro da tradição, a inovação que só é feita por quem respeita a tradição”. Assim Hermano Vianna define o trabalho feito por Siba no álbum Fuloresta do Samba, gravado na zona da mata pernambucana junto com músicos veteranos da região. O disco é um trabalho conjunto entre Siba e o diretor musical Beto Villares, construído dentro da atmosfera do Engenho Lagoa Dantas (em Nazaré da Mata). Boa parte da sonoridade de sopro e percussão foi gravada ao ar livre e os sons do ambiente - como as cigarras, o vento e os cachorros – acabaram fazendo parte do produto final. Embora esteja se dedicando a este projeto no interior de Pernambuco, Siba não deixou o Mestre Ambrósio, seguindo logo após o festival para uma turnê na Europa com o grupo.

STEREO MARACANÃ (RJ) - 11 de abril, palco 2

Com o objetivo promover uma integração social através da música, os cariocas do Stereo Maracanã, logo que foram contratados pelo selo baiano Maianga, organizaram um palco itinerante (na verdade uma mistura de ônibus com trio elétrico) e saíram fazendo shows pelo Rio de Janeiro. Agora, este projeto que mistura samba, candomblé e capoeira em bases eletrônicas, chega a Recife. O CD de estréia, Combatente, já toca em algumas rádios e a faixa de trabalho chama-se “Nesta”.

TERROGGRUPPE (ALE) - 12 de abril, palco 1

Completando dez anos de carreira, a banda alemã Terroggruppe está se apresentando no Brasil desde o início de abril. A turnê nacional se encerrará com a apresentação no Abril Pro Rock e precede o lançamento de uma compilação comemorativa, em CD duplo, chamada Aggropop Now, no dia 14, na Europa. Formada em 1993 por “três punks” (Archi “MC” Motherfucker, Johnny Bottrop e Hermann von Hinten), como eles dizem, e consolidado em abril de 94, com a entrada do baixista Ice Tüte, o grupo lançou cerca de quinze singles e cinco discos ao longo de sua trajetória.

SERVIÇO

ABRIL PRO ROCK 2003

Local: Centro de Convenções de Pernambuco

Data: 11, 12 e 13 de abril de 2003.

Horário: Dia 11 – 21:00 / Dia 12 – 17:00 / Dia 13 – 17:00

VENDA DE INGRESSOS

Antecipados: Lojas Seaway dos Shoppings Recife, Tacaruna e Plaza Casa Forte. Inteira: R$ 24,00, Estudantes: R$ 12,00.

No dia do evento: Bilheterias do Pavilhão do Centro de Convenções de Pernambuco. Inteira: R$ 30,00, Estudantes: R$ 15,00.

Passaporte: Incluindo ingressos para os três dias mais um CD Abril Pro Rock 2003: R$ 45,00.

Informações adicionais: www.abrilprorock.com.br.